31/12/2010

Atrás do portal do Petit Palais

Cada Canto tem Bossa

'O senhor e a Senhora Palácios'
Passar as enormes portas douradas do 'Petit Palais', é dar o maior passo até muitas outras grades aconchegantes que abrem o caminho das artes francesas. Prima dizer antes de tudo que o ingresso é gratuito, porque o museo pertenecer a cidade de Paris (São 14 no mesmo caso). O detalhe leva até a gana de dizer no jeito da metáfora familiar, usada em relação a Exposição Universal de 1900*, que por essa filiação administrativa, o 'Petit Palais' é a 'senhora' e o 'Grand Palais' é o 'senhor'; jà que é propriedade do Estado Frances. Dá ainda mais desejo de conhecer o 'Petit Palais', né?!
A criação é do Charles Girault, que seja dito, não é de jeito nenhum, irmão do Charles Garnier, o arquitecto da Ópera. Assim como o indicava melhor o seu primeiro nome, o 'Petit Palais' é o “Palácio das Bellas Artes da Cidade de Paris”.

'Mística, plastica, pensar, matéria'
Além do seu próprio ornamento como aquele do teto do pavilhão sul, dedicado ao Triunfo da Mulher, ilustrado por Georges Picard, cada sala tem obras magistrais como na Galeria Courbet, a 'Mulher Mordida' do Auguste Clesinger ou, a 'Mariette' o seja a 'Odalisca Romana' do pintor Camille Corot.
Cada canto tem encantamento. Cada canto tem bossa! Os mosaicos do Giandomenico Facchina são enfeitiçantes! Os vitrais do ateliê Champigneulle, vislumbrante! Os murais do Paul Baudouin, do Maurice Denis, os do Cormon e Roll (Fernand e Alfred), enebriantes! Ao passar a fantástica porta, Albert Besnard representou a Mística, a Plastica, o Pensar e a Matéria'! Fala ele de arte o de mulher?
Grinaldas e varandas de ferro forjado enfatizam ainda mais a feminilidade do recinto como se fosse uma lingerie decorando o 'peristilo' em torno do 'petit jardin' interior.

'Arte e mulher compartilham o mesmo adjectivo'
O eclectismo das técnicas (Esmalte, ebanesteria, joalheria, maiólica, vidros, terracota, etc) e assim como as tématicas apresentadas ao longo da visita (paisagismo, retrato humano, ícones religiosos, etc) honram tambèm a variedade do belo gênero. Arte e mulher compartilham o mesmo adjectivo. Termina sendo dificil sair do Petit Palais uma vez dentro. Na realidade do mundo exterior, as portas são muito estreitas comparadas por exemplo com aquela que foi projetada por Jean Carriès. Mesmo sendo só a maquete do contorno da porta monumental encomendada ao artista, as poucas figuras em barro de cré expostas lá, figuram a fantasia de um imaginário único.

- Src: http://petitpalais.paris.fr/fr
+ Parissimô 04/10/2009: A portazinha do 'Grand Palais' e vice-versa' (http://parissimo.blogspot.com/2009/10/portazinha-do-grande-palacio-e-vice.html)


15/11/2010

8 € o Mm2

Ainda se compra a mitade desse preço na Seine Saint-Denis (93): 4.000€/M2
8.000 € o metro quadrado é o ultimo preço medio do metro quadrado na capital francesa. Aumentaram o 10% só no transcurrir desse ano*. Resulta assim em torno de 160.000€ o investimento básico num estúdio de 20 m2.
Sempre tem como encontrar ofertas melhores, entre 5.500€ e 6.500€, más são muita raras. Cabe precisar sem embargo o valor vantajoso das tasas de interes, entre 3% e 4% segundo o prazo de reembolso da dívida. Termina até mais barrato que o costo dos alugueis, só que o mercado está fechadissimo. O numero de bems vinculados pelas agências inmobiliárias baixou de 70 até 7 com a crisis. Por otra parte, o crescimento de 7% do numero de familias na região entre o 1999 é o 2006 e maior que o crescimento do parque de vivendas. Os especuladores assim como os compradores estrangeiros entretêm a inflação.
Ainda tem como comprar a mitade desse preç0 mediano, no departamento nortista da capital: A 'Seine Saint-Denis' (93). Até desce em torno de 3.000/m2 mais acolá, no segundo anel urbano.
Varios estudios internacionais classificam as cidades entre elas porem são múltiples os indicadores para estabelecer os diferentes 'rankings'. A analisis post-crisis do semanario inglês 'The Economist'** punha a Paris no primer lugar das cidades mais caras com Tokyo e Oslo. Por causa da devaluação do dólar assim como a da libra esterlina, New York ficaba nessa analisis ao posto 48 e Londres no posto 8.


* Le Point, n°1989, 28/10/2010, Spécial Immobilier Ile-de-France, p.164-200.
** www.lefigaro.fr 12/03/2010, 'Paris est la ville la plus cher du monde', A-H Pommier
** Infographie: The Economist, IUE: http://www.eiu.com/public/

31/10/2010

Um show diário desde 1680

Estar juntos e ser si mesmo! Le Petit Bureau! Uma Casa, Tres Palcos! (3 palcos em 1)
« Um show diário desde 1680! » é o lema da nova publicidade pela Comedie-Française. A institução celebra 320 anos no dia 21 de outubro. A propaganda só mostra uma cortina carmim frente a qual o tradicional burburinho se balburdia com aqueles da sala atordoada com tal asseveração!
E certo! O Rei Sol (Louis XIV) ordenou nesse então _ 7 anos depois da morte do Molière _ a criação de uma trupe nacional de teatro, 'Le Théâtre-Français', encarregada de apresentar um espectáculo diário e manter o monopólio sobre orepertório francês. Tal postura política pronta, causou muita fofoca por parte dos numerosos atores italianos, comediantes dell'arte, defensores do estilo rueiro, quem deram com a suas críticas o genérico comum da institução: 'La Comédie-Française'.
O resultado da equação totaliza no final 120.450 representações mas é muito mais interessante o moto do estabelecimento: 'Estar Juntos e Ser si Mesmo' assim como a heráldica que representa um exame em torno de um abelheiro, como a traducção da profusão de encenações.
O Teatro tem hoje 3 palcos: A 'Comedie-Française' ao lado do 'Palais-Royal', o 'Studio Théâtre' dentro do Carrossel do Louvre e o teatro do 'Vieux-Colombiers' (Pombal) na vizinhança do 'Carrefour St-Germain'.
As tarifas dos bilhetes variam entre 12 e 39 €. O 'Petit Bureau' dentro da galeria Richelieu oferece também 1 hora antes do show, 65 lugares ao preço promocional de 5( n tenho o símbolo do euro) o show.

15/09/2010

Paris, a Vovó das Artes

Paris Adamantina
E já quase esquecido o patrimônio de Paris lembrada como a 'Mãe das Artes'. Domina bem melhor hoje, 'A Cidade Luz' assim como o sempiterno 'Panam': 'PanAm, PanAm, PanAm...' como na canção da E. Piaf 'PaDAm, PaDAm, PaDAm'... Será que já passou a ser uma velha tediosa? E tão fácil como gratuita a brincadeira, porque como lembra a Dominique Lesbros* no seu Best-Seller, 'Paris en Question', Paris já deu luz varias vezes, não é!?
Inventei também por minha conta o seguinte qualificativo: 'Paris l'Adamantine' porque designa uma pedra mitológica, dura e brilhante como os diamantes.

Src: Dominique Lesbros, 'Paris en Question', Parigramme.

Um Avô de 196 anos

O bordo oriental do parque Monceau
Paris tem perto de 500 000 árvores, alguns muitos velhos e relhos. O bordo oriental do Parque Monceau nasceu em 1814. (Acesso: Av. Van Dick). Tem mais idoso ainda: 410 anos! Aquele pé de acácia conhecido lá também como o « Robinier » do square da igreja San Severino, no bairro da Huchette.

31/08/2010

Paris, a Cidade das 8 Colinas!

Como que « O Monte Cenis paquera a Montanha Santa Genoveva », falou pra mim o inca Pablo.
Paris, também tem 7 colinas como Roma e Lisboa! Até 8! Paris não é plano, não! E oco! E tipo caldeira! Tem 2 cumes. O Pantheon domina a margem esquerda com 144 m. acima do nivel do mar (a.n.m). São 61 m. exatamente o tamanho do Pantheon, e 83 m., a altura da Montanha Santa Genoveva. A Basílica de Montmartre sobe até 223 m. De altura na margem direita (94 m. +129 m.). Como que « O Monte Cenis paquera a Montanha Santa Genoveva », falou pra mim o inca Pablo!
A Colina de Chaillot frente à Torre Eiffel, o Morro de Belleville (Ménilmontant), o Monte-Calvo, anterior nome das 'Buttes-Chaumont', são as demais protuberâncias visíveis.
Vem logo o morro das codornas, tão pequeno como uma codorna. Assim como o 'Morro do Rato', é dizer, o 'Montsouris', no 13°distrito! Ainda menor, tem também o Montgalet cuja tradução livre vale a da 'Rocinha Parisiense' porque um galet designa em frances uma pedra pequena e redonda o seja um seixo e soa raro tal atributo, né?
O Montparnasse é outro alto relevo inspirado pelo monte mitológico perto de Delfos.

Montagne Sainte Geneviève, Montmartre, Colline de Chaillot, Buttes-Chaumont, Buttes-aux-Cailles, Ménilmontant, Montsouris, Montgalet

31/07/2010

A Volta ao Paris em 80 Bairros

Os 20 distritos abrazam 4 bairros cada um
Cuantos bairros tem Paris?
Muitas poucas pessoas sabem: 2,5 milhões, será? Igual ao número de rebites da torre, será possivél? Um pouco menos, 2201578, igual ao número de parisienses! Tal barbaridade puderia até ficar meia-verdade se for asociada com o número infinito de respostas possiveis.
A pergunta precisa na realidade alguma acertação lexical ao respeito do conceito de "quartier / bairro".
Acham possivel entender por exemplo que o bairro latino não fica registrado tal e qual pela administração territorial. Intente achar cadê está o bairro do "Gros-Caillou", o seja, "O Pedregulhão" é quase missão impossível. Ao contrario pergunte cadê está a zona da "Rocinha", o seja a area infórmatica do "Montgallet" ! Creram ainda melhor que o bairro do "Gros-Caillou" é aquel dos arredores da torre.
Pois é! São 4 bairros em cada distrito!
E assim que no septagésimo distrito, São Tomas de Aquino corresponde a zona do Assemblea Nacional e da basíllica Santa Clotilde ; Invalides: O Palácio dos Inválidos aos arredores do hospital militar ; a Escola Militar abarca as cuadras de atrás, onde a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Enquanto ao bairro do "Gros-Caillou", lhe corresponde os arredores da Torre, o Campo de Marte até a Avenida Rapp.
Cada bairro tem antena de policia! Sumam 80 relacionados aos 20 distritos. A organização dos « Conselhos Barriales » também usada pelo sistema eleitoral fica ainda mais compartida com 121 « Conseils de Quartiers ».

Lista completa embaixo...

1er arrondissement dit « du Louvre »
1er Saint-Germain-l’Auxerrois; 2e Halles; 3e Palais-Royal; 4e Place-Vendôme
2e arrondissement dit « de la Bourse »
5e Gaillon; 6e Vivienne; 7e Mail; 8e Bonne-Nouvelle
3e arrondissement dit « du Temple »
9e Arts-et-Métiers; 10e Enfants-Rouges; 11e Archives; 12e Sainte-Avoye
4e arrondissement dit « de l’Hôtel-de-Ville »
13e Saint-Merri; 14e Saint-Gervais; 15e Arsenal ; 16e Notre-Dame
5e arrondissement dit « du Panthéon »
17e Saint-Victor; 18e Jardin-des-Plantes; 19e Val-de-Grâce; 20e Sorbonne
6e arrondissement dit « du Luxembourg »
21e Monnaie; 22e Odéon; 23e Notre-Dame-des-Champs; 24e Saint-Germain-des-Prés
7e arrondissement dit « du Palais-Bourbon »
25e Saint-Thomas-d’Aquin; 26e Invalides; 27e École-Militaire; 28e Gros-Caillou
8e arrondissement dit « de l’Élysée »
29e Champs-Élysées; 30e Faubourg-du-Roule; 31e Madeleine; 32e urope
9e arrondissement dit « de l’Opéra »
33e Saint-Georges; 34e Chaussée-d’Antin; 35e Faubourg-Montmartre; 36e Rochechouart
10e arrondissement dit « de l’Entrepôt »
37e Saint-Vincent-de-Paul; 38e Porte-Saint-Denis; 39e Porte-Saint-Martin; 40e Hôpital-Saint-Louis
11e arrondissement dit « de Popincourt »
41e Folie-Méricourt; 42e Saint-Ambroise; 43e Roquette; 44e Sainte-Marguerite
12e arrondissement dit « de Reuilly »
45e Bel-Air; 46e Picpus; 47e Bercy; 48e Quinze-Vingts
13e arrondissement dit « des Gobelins »
49e Salpêtrière; 50e Gare; 51e Maison-Blanche; 52e Croulebarbe
14e arrondissement dit « de l’Observatoire »
53e Montparnasse; 54e Parc-de-Montsouris; 55e Petit-Montrouge; 56e Plaisance
15e arrondissement dit « de Vaugirard »
57e Saint-Lambert; 58e Necker; 59e Grenelle; 60e Javel
16e arrondissement dit « de Passy »
1e Auteuil; 62e Muette; 63e Porte-Dauphine; 64e Chaillot (quartier des Bassins jusqu’en 1896)
17e arrondissement dit « des Batignolles-Monceaux »
65e Ternes; 66e Plaine-de-Monceaux; 67e Batignolles; 68e Épinettes
18e arrondissement dit « de la Butte-Montmartre »
69e Grandes-Carrières; 70e Clignancourt; 71e Goutte-d’Or; 72e Chapelle
19e arrondissement dit « des Buttes-Chaumont »
73e Villette; 74e Pont-de-Flandre; 75e Amérique; 76e Combat
20e arrondissement dit « de Ménilmontant »
77e Belleville; 78e Saint-Fargeau; 79e Père-Lachaise; 80e Charonne
———————————————————————————————–
Src:
- http://fr.wikipedia.org/wiki/Quartiers_administratifs_de_Paris

- http://fr.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A9gorie:Quartier
- http://fr.wikipedia.org/wiki/Quartier_(ville)
- http://fr.wikipedia.org/wiki/Quartier_de_Paris
- http://fr.wikipedia.org/wiki/Conseils_de_quartier_de_Paris
- http://www.lavoixdeslieux.fr/gros_caillou.html
- http://www.restoaparis.com/fiche-restaurant-paris/au-gros-caillou.html
- Restaurant 'Au Gros-Caillou': 210, rue de Grenelle 75007 Paris, Ecole Militaire

30/06/2010

Paris Capital Lusófona

Nogent-sur-Marne abraça 1/5 da comunidade
Possivelmente ouviram falar uma vez de Paris como a segunda maior cidade portuguesa do mundo tanto é forte os vinculos entre esa comunidade e a capital francesa.
A dica é evidentemente exagerada pois conforme a embaixa em Paris, a verdade fica entre 450 000 e 3 milloes de pessoas. E muito complicado dizer porque não tem registro dos bi-nacionais. 1,3 milhãoes é a estimação atual do numero de portugueses e descendentes de portugueses na França. O website « Portugueses do Mundo » lembra as estadisticas do censo 1990. A população portuguesa na frança contaba com 800 000 pessoas cujo o 25% (150 000) naceram nesse pais mesmo.
O que é mais interesante ao final é que a mitade dessa comunidade vive na região parisiense e casi a mitade dos lusoparisienses o seja 1/5 da comunidade fica concentrada na cidade de Nogent-sur-Marne, no departamento vizinho do Val de Marne (94). As cidades periferias do 91, o seja o departamento da Essonne, tambèm acolham muitos portugueses. A emigração portuguesa é origanada entre otras pelo exodo rural da patria dos cravos. Explica parte dessa localização nas zonas « pavilhonarias » da periferia, onde a propiedade é mais acessível e da para ter um pequeno jardim. Hoje, 60% dos portugueses na frança são proprietarios.

Src:
http://pmundo.free.fr/French/index.html
http://www.embaixada-portugal-fr.org/ - 3 Rue de Noisiel 75116 Paris 01 47 27 35 29

04/05/2010

Paris Jacarandá

O desejo de Pretoria

O florescimento dos Jacarandas em Paris é tão badejo que da vontade viajar a Pretoria, a cidade Jacarandá viver Outubros lilás. O cruzamento do Menilmontant bordeado com aquele senhor da primavera é um ponto vistoso entre muitos outros. A amanhã do dia 1º de Maio, os vendedores de felicidade prometida pelos buquês de “Muguet”, os lírios do vale, também conhecidos com “Lágrimas de Maria”, afeiçoavam aquela praça a maneira dum cheiroso colar de pérolas vegetais. O castanheiro-da-índia, em particular os de flores vermelhos è outra floração rejuvenescente do transcorro do reino vegetal ao estralar a revolução anual das estações: Germinal (21/03/10-19/04/10), Floreal (20/04/10-19/05/10) e Prairial (20/05/10-18/06/10).

30/04/2010

A Nénette, A Kiki e o Takin

Paris abunda de animais salvagems
Kiki ja morreu o ano pasado. Tinha 138 anos de edad. Naceu em 1871 nas Seicheles antes de chegar no terrarium do jardim bôtanico parisiense.
Nénette vive ainda embora soprou 40 velas. Teve muito mais visitas depois da estreia em abril 2010 do documental do Nicolas Philibert nas salas oscuras. E muito engraçado olhar para ela, assim como ouvir os comentarios da gente ao penetrase na macaquera. Ainda melhor na hora das refeições o a do chá. Teodora é otra femêa, Tübo, o Macho e Tamü o jovem.
O Takin dorado é otra espécie rara daquel zoologico urbano dentro um cojunto de 2000 espécimes. Parecido ao gnu e um axé de cabra com vaca burra. Pode entender algums balidos do Markhor de Cabul com suas cornucópias. Mas bem, muito pouco dos bramidos da manada de Gaurus, um boi do pacifico sur.

31/03/2010

Haussmann Vs Hercules

E dificil visitar a Paris e perderse o nome do senhor Haussmann, o Barão Georges-Eugène Haussmann, asociado algumas veces com a figura do Atila. Atila N°2 pois! Muito mais que o primeiro, deixou cicatrizes na cara da Cidade Luz. Da mesma maneira, é também posivèl comparar as 12 labores do Hercules no mundo mediteraneo com as 12 do Haussmann na capital francesa.
Paris alargamento; Avenidas e bulevares; Haussmann como Higiene; Parques e bosques; Largos legendários; O « Novo Louvre »; Afundimento do Canal San Martin; O Caracol Administrativo; Reagrumento dos transportes; E o Museo Carnavalet!; Haussmann, Morris e Wallace ; O Gran argentier: 12 fantásticos contos!

Paris alargamento
Em torno aos anos 60 do século XIX, a cidade de Paris corresponde ao que hoje fica dentro os primeiros 12 distritos. O limite segue as curvas dos bulevares exteriores, também conhecido como a barreira dos fazenderos. Passy, Auteuil, Montmartre ficabam fora da cidade como cualquiera municipalidade independente assim como Montrouge o Ivry. Otro anel rodoviário atravesaba aquelas municipalidades: o baluarte do Adolphe Thiers, « L'enceinte de Louis Adolphe Thiers », volta hoje uma via férrea abandonada. A Rontunda de La Vilette e a de Chartres, na entrada do Parque Monceau, assim como os pavilhãoes da Praça da Nação e as da Praça Denfert-Rochereau são hoje os marcadores mais visivéis da cidade ante Napoleon III, o seja aquela época identificada como a Paris do Balzac.

Praças de lendas
A Praça da Estrela, a Praça Saint-Michel, a do Châtelet e a Praça da Républica são 4 praças legendarias de Paris, todas arregladas naquel tempo do Napoleon III de acordo com as directivas do Haussmann e grandes arquitectos como foram o Jacques Hirtoff e o Gabriel Davioud. A praça da Republica era entretanto naquele então a “Praça do Chafariz” (Place du Château d'Eau), porque no medio dela, ficaba o chafariz do G. Davioud rodeado por 12 leões o seja aquel chafariz que fica hoje na praça Felix-Eboué (M° Daumesnil). Os lamentados “Pabelhones Baltard” não existem mais hoje mas eram também otro cruzamamento estratégico da cidade depois do 2do império.

Mobiliario Urbano: As « Colonnes » do Morris e as « fontaines » do Wallace
Mesmo se o Rambuteau, antecessor do Barão Haussmann durante 15 anos (1833-1848), foi entre os primeiros promotores da ingeniera do mobiliario urbano; com as nomeadas « Vespasiennes », o seja algums orinais públicos remplazados a partir de 1980 pelos lávabos mistos « Sanisettes », as chamadas « Colonnes Morris » e « Fontaines Wallace », sobreviviram melhor ao pasar do tempo.
A partir de 1848, as Columnas Morris tem como objetivo o control da afixação publica. O Gabriel Morris era um impressor. São 716 hoje.
A partir de 1870, o cerco e os desgastos provocados pelo bombardeio da rede de agua parisiense pelo exército prussiano leva o senhor Richard Wallace a ofrecer 100 exemplares da Fonte a cidade de Paris. São 82 hoje. Soma 328 cariatides alçando brazos a maneira de Cleópatra.

Avenidas e bulevares
Da mesma maneira que a periferia sublevou em 2005, também foi a barriada do Faubourg São Antonio, o estopim da revolução de 1848 em contra da Monarquía de Julio dirigida pela dinastia hístorica da casa de Burbom. A Paris daquel tempo identificada com a Paris do Balzac, era um gran labirinto muito inseguro embora é excesivo justificar a cirurgia do « tecido úrbano » só com os projetos déspoticos do Napoleón III, de controlar melhor assim os movimentos populares. A cidade é irrespiravél. Os esgotos são velhos e mal entretenidos. O medio é propiz para enfermarse pronto. Não se move bem o transito entre as diferentes ferroviaras,. Paris precisaba respirar. Haussmann foi o gran arquitecto das reformas viarias.
De forma resumida, a rua de Rivoli na margem direita e as extençãoes do Bulevar Saint-Germain na margem izquierda contornam o centro historico. Norte e Sur são vinculados entre a «Gare de l'Est » e o Observatorio Port-Royal, pelos bulevares São Miguel, Sebastopol e Estrasburg. As ruas de Turbigo, Rennes e Monge assim como a avenida da opera completam logo o esboço com otras diagonales em dirreçcão aos pontos cardinais intermediarios. O planejamento do Haussmann sigue posterior a seu licençamento em 1871, graças a seguidores como E. Belgrand e A. Alphand. E o caso da terminação dos Grandes Bulevares, entre a Bastille e a igreja da Magdalena. Na margem direita os bulevares São Marcel e Port-Royal extendido logo com aqueles do Montparnasse e de Raspail contornam da mesma maneira que os grandes bulevares na margem direita o centro antiguo da urbe. Assim com explica o jornalista Michael Hadjenberg em relação ao desenho de Haussmann, é possivél atravesar a cidade luz, só recorrindo bulevares do Haussmann, porém cuando a gente sae nas ruas dos lados, jà é otro Paris. Eric Lapierre anota tambèm como estivera chato se toda a cidade se parecer a bairros como aquel da planicie de Monceau, enteramente modelado según os conceptos Haussmannianos. Olhai só a avenida dos Champs Elysées como tem também ese jeito entediante apesar da garotada.

O caracol administrativ
o
Antes de 1860, a superficie de Paris corresponde a dos 12 distritos atuais. Estaba então de moda naquela época burlar as amores prohibidas como matrimonios consumados no décimo terceiro distrito. Cuando o alargamento de Paris projetou atribuir o n°13 as novas comunas de Auteuil e Passy que jà tinha a reputação de ser lugares muito chique, foi uma balbúrdia grande. Ficar com tão maldito numero era inconcevavél pela cidadania. Foi necesaria a intervenção do prefeito, Louis Possoz para convencer ao Haussmann, aceitar a distribução alternativa dos distritos a maneira de caracol. No centro da espiral está o Louvre. Gira logo no sentodo dum reloj. O secundo tem como centro, a antigua bolsa de valores. O bairro do Marais abraça os distrito 3 e 4to. O distrito 21 corresponde a cidade de Deauville na costa normanda por acolher a maior multitud de parisiense os fims de semana.

Parques e bosques
Badinguet o seja a alcunha do Napoleon III durante a fuga dele para Londres é anglófilo. Na Inglaterra trabalhou como paisagista. Gostaba muito passear nos parques legendários da capital inglesa. De novo presidente, encarregou ao Jean-Jacques Berger a responsabilidade de reproduzir em Boulogne o modelo do « Hyde Park » com o mesmo rio coleado. Por mal estimar o desnível, o projeto do Berger terminou sendo um charco. E assim como Haussmann chamou a pedir socorro ao senhor Adolphe Alphand para reanudar a obra. A excavação de dois lagos se impusou então como a única viável.
E necessário lembrar tambèm que entre os fundamentos do ingeniera do Haussmann estaba a princípio de ter pelo menos um « square » por cada distrito. O « Square » ao redor da Torre « Saint-Jacques » foi o primeiro de todos. O bosque de « Vincennes », os parques « Monceau » e « Montsouris », as « Buttes Chaumont » foram tambèm creados naquela época. Ja existia o jardim do Luxembourg más ese foi amputado pela travessia do Bulevar São Miguel.

A rede de esgoto
Assim como reporta o Jean Valjean nos « Misérables », o romance do Victor Hugo (Libro II, Chap1): Paris tem a otra Paris em baixo; a Paris dos esgotos tambèm tem a suas ruas, o seus cruzamentos, a suas aleas , a suas arterias e o seu transito xaroposo que minora a forma humana ». Nos pasos do doutor Pasteur, Haussmann antecede os do Senhor Eugène Poubelle _ Foi otro prefeito da região entre 1883 e 1886 que deu o seu nome ao término francès para falar de lixeira _ na generalização das teorias higienistas. Tomaba banho diário. Com a ajuda do Eugène Belgrand, cada rua foi pouco a pouco reforçada com galerias subteraneas que somam hoje 2500 kilometros, o seja a distancia entre Paris e Istambul.

O « Novo Louvre
»
Antes do Napoleon III, parte da facada norte do Louvre entre o « Louvre des Antiquaires » e o « Hôtel do Louvre » não existia ainda assim como os « Guichets du Louvre », o seja a passagem das automoveis entre a praça do Carrousel e a avenida da Opera. Louis Visconti and Hector-Martin Lefuel foram as capatazes da obra, jà que o Haussmann tinha otros gatos para chicotear como dizem os franceses o seja otros peixes para fritar como dizem os ingleses, mesmo se não faz duda que esse “Nouveau Louvre” é parte das reformas do Haussmann.

Afundimento do Canal San Martin
Napoleon I decidiou a escavação do canal Saint Martin mas a obra culminou só no ano 1825 (Charles X). Napoleon III decidiou logo com o Haussmann afundir a parte entre a praça da Bastille e a da República para permitir o travessia fluente do novo Bulevar do Príncipe Eugène inaugurado o ano 1857, antes de volver a ser o Bulevar Voltaire a partir de 1870. Depois de ter desplazado as eclusas, procederam ao cobrimento, já que os portos não tinha mais acessos favoraveis. Sem isso, tivera sido necesario uma ponte movél. Assim como no caso dos esgotos, foi Eugène Belgrand quem seguiu a obra.

Reagrumento dos transportes
No ano 1855, as 17 transportadoras foram astringindas a unirse para poder rendir melhores serviços ao público dentro dum mesmo estabelecimento antecedor do STIF (Syndicat des Transports d'Ile-de-France).

O Museo Carnavalet
Embora foi muita criticada a labor do Haussmann, a compra do Hôtel Carnavalet e a preservação do bairro do Marais cancela de certa formar tais santinhas.

O Gran préstamo
« Haussmann como Hoffman », o seja a comparação da obra do prefeito parisiense com a ópera fantastica do Jacques Offenbach foi aquela usada pelo socialista Jules Ferry, para precipitar o fim desse Hercules francês. Foi remplazado 5 meses antes da retirada do Napoleon III, por Emile Ollivier. A estória do Michel Carmona restitua entretanto o fato que o genio do Haussmann foi ao contrario del do Jean-Jacques Berger, o predecesor dele na função, conseguir que fique convencida a clase alta pouco retrógrada de invertir naquela epopéia.

02/02/2010

Le Coeur de Paris

Coração, sexo e coxas
E facil compartir a imagem do río Sena e aquela duma coluna vertebral. De pronto, “l’île de la Cité” o seja a Ilha da Cidade, pasa facilmente a ter o papel de coração principalmente ao lembrar a marca historica do lugar.
Foi assentamento do primer tribo celta, os Parisii, o centro administrativo da “Città Romane”, o decorum das bodas reales como aquela famosa do Henri IV cuando declarou que “Paris, sí vale uma misa”.
Embora, para o André Breton, a ponta da ilha com as árvores do “Square do Vert-Galant” corresponde a visão voluptuosa do Monte de Venus da cidade, de acordo com o que reportam Frédéric Lewino e Lamia Oualalou, na sua guía literaria da capital francesa - Paris à Livre Ouvert, Ed. Autrement, 2003, p. 19 - : « C’est à ne pouvoir s’y méprendre, le sexe de Paris qui se dessine sous les ombrages ». A partir dessa metáfora terminam eles imaginando as pernas do monstro « Quittons sur la pointe des pieds, Breton et Nadja blottis dans les cuisses de la Seine pour une petite incursion rive gauche », algo como « Deixemos na ponta dos pés, Breton e Nadja, enroscados nas pernas do río ».
Será então melhor preferir a versão do cantor Charles Trenet para quém o coraçao de Paris e a França?

Le Cœur de Paris
Charles Trenet, 1952

Le cœur de Paris, c’est une fleur /
O coração de Paris, é uma flor
Une fleur d’amour si jolie /
Uma flor de amor tão bonita
Que l’on garde dans son cœur /
Para guardar no seu coração
Que l’on aime pour la vie /
Para amar-a toda a vida
Le Cœur de Paris, c’est une romance /
O coração de Paris, é um romance
Qui parle du soleil ou d’la pluie /
Que fala do sol o da chuva
On croit qu’elle finit mais elle recommence /
Achamos que va terminar mais volve a nascer
Le cœur de Paris, c’est la France /
O coração de Paris é a França

Src : Frédéric Lewino et Lamia Oualalou, Paris à Livre Ouvert, Ed. Autrement, 2003, p. 323

27/01/2010

Torre de Eiffel, Torre de Marfim

Um Chileno canta a Torre Eiffel
Vicente Huidobro é um pioneiro esquecido do Futurismo. Nos pasos do Marinetti, autor do manifesto Futurista (1909), criou o Creacionismo assim como muitos outros vanguardistas fizeram: dadaistas, surealistas, klaxistas, cubistas, estridentistas, runrunistas, ultraistas and martinfierristas. Iam todos em contra do Torremarfilismo modernista do Ruben Dario.
A declaratoria que nós da ufania de Paris é um hino.

EIFFEL TOWER
A Max Jacob

Torre de Eiffel
Guitarra do ceú (Violão do firmamento)
Tu telegrafia sem fil
Atrae as palavras
Como uma roseira as abelhas

Durante a noite / O Sena deixa de escorrer /
Torre de Eiffel / Enxame de palavras / Tintero de mel
Araña com pas de arame / Fazendo teias com nuvens /
Filho meu /
Empinar a torre / E como entoar uma canção /
Do/ re/ mi/ fa/ sol/ la/ si/ do/ Jà chegamos / Alí, acima /

Telégrafo sem fil / Vento Eléctrico /
O Río Sena durme / Debaixo das pontes /
Abelhas e Palavras / vão no aire / Como camino de perfume /
Torre de Eiffel / Caixa prodigiosa, carrilhão de Paris / Cartaz da França /
O dia da victoria / Tú a gritará pelas estrelas

TORRE DE EIFFEL
versão original

Torre de Eiffel
Guitarra del cielo
Tú telegrafía sin hilo
Atrae las palabras
Como un rosal a las abejas

Durante la noche / El Sena deja de correr /
Torre de Eiffel / Colmena de palabra / Tintero de miel /
Araña de patas de alambre / Que hacía su tela de nubes /
Hijo mío /
Para subir a la torre / Se sube a una canción /
Do/ re/ mi/ fa/ sol/ la/ si/ do/ Ya estamos arriba /

Telegrafía sin hilos / Viento eléctrico / El Sena duerme bajo sus puentes /
Las palabras y las abejas / Van en el aire / Por un camino de perfume /
Torre de Eiffel / Caja prodigiosa Carillón de París / Afiche de Francia / El día de la Victoria / Tú la gritarás a las estrellas.