E dificil visitar a Paris e perderse o nome do senhor Haussmann, o Barão Georges-Eugène Haussmann, asociado algumas veces com a figura do Atila. Atila N°2 pois! Muito mais que o primeiro, deixou cicatrizes na cara da Cidade Luz. Da mesma maneira, é também posivèl comparar as 12 labores do Hercules no mundo mediteraneo com as 12 do Haussmann na capital francesa.
Paris alargamento; Avenidas e bulevares; Haussmann como Higiene; Parques e bosques; Largos legendários; O « Novo Louvre »; Afundimento do Canal San Martin; O Caracol Administrativo; Reagrumento dos transportes; E o Museo Carnavalet!; Haussmann, Morris e Wallace ; O Gran argentier: 12 fantásticos contos!
Paris alargamento
Paris alargamento
Em torno aos anos 60 do século XIX, a cidade de Paris corresponde ao que hoje fica dentro os primeiros 12 distritos. O limite segue as curvas dos bulevares exteriores, também conhecido como a barreira dos fazenderos. Passy, Auteuil, Montmartre ficabam fora da cidade como cualquiera municipalidade independente assim como Montrouge o Ivry. Otro anel rodoviário atravesaba aquelas municipalidades: o baluarte do Adolphe Thiers, « L'enceinte de Louis Adolphe Thiers », volta hoje uma via férrea abandonada. A Rontunda de La Vilette e a de Chartres, na entrada do Parque Monceau, assim como os pavilhãoes da Praça da Nação e as da Praça Denfert-Rochereau são hoje os marcadores mais visivéis da cidade ante Napoleon III, o seja aquela época identificada como a Paris do Balzac.
Praças de lendas
Praças de lendas
A Praça da Estrela, a Praça Saint-Michel, a do Châtelet e a Praça da Républica são 4 praças legendarias de Paris, todas arregladas naquel tempo do Napoleon III de acordo com as directivas do Haussmann e grandes arquitectos como foram o Jacques Hirtoff e o Gabriel Davioud. A praça da Republica era entretanto naquele então a “Praça do Chafariz” (Place du Château d'Eau), porque no medio dela, ficaba o chafariz do G. Davioud rodeado por 12 leões o seja aquel chafariz que fica hoje na praça Felix-Eboué (M° Daumesnil). Os lamentados “Pabelhones Baltard” não existem mais hoje mas eram também otro cruzamamento estratégico da cidade depois do 2do império.
Mobiliario Urbano: As « Colonnes » do Morris e as « fontaines » do Wallace
Mobiliario Urbano: As « Colonnes » do Morris e as « fontaines » do Wallace
Mesmo se o Rambuteau, antecessor do Barão Haussmann durante 15 anos (1833-1848), foi entre os primeiros promotores da ingeniera do mobiliario urbano; com as nomeadas « Vespasiennes », o seja algums orinais públicos remplazados a partir de 1980 pelos lávabos mistos « Sanisettes », as chamadas « Colonnes Morris » e « Fontaines Wallace », sobreviviram melhor ao pasar do tempo.
A partir de 1848, as Columnas Morris tem como objetivo o control da afixação publica. O Gabriel Morris era um impressor. São 716 hoje.
A partir de 1870, o cerco e os desgastos provocados pelo bombardeio da rede de agua parisiense pelo exército prussiano leva o senhor Richard Wallace a ofrecer 100 exemplares da Fonte a cidade de Paris. São 82 hoje. Soma 328 cariatides alçando brazos a maneira de Cleópatra.
Avenidas e bulevares
Avenidas e bulevares
Da mesma maneira que a periferia sublevou em 2005, também foi a barriada do Faubourg São Antonio, o estopim da revolução de 1848 em contra da Monarquía de Julio dirigida pela dinastia hístorica da casa de Burbom. A Paris daquel tempo identificada com a Paris do Balzac, era um gran labirinto muito inseguro embora é excesivo justificar a cirurgia do « tecido úrbano » só com os projetos déspoticos do Napoleón III, de controlar melhor assim os movimentos populares. A cidade é irrespiravél. Os esgotos são velhos e mal entretenidos. O medio é propiz para enfermarse pronto. Não se move bem o transito entre as diferentes ferroviaras,. Paris precisaba respirar. Haussmann foi o gran arquitecto das reformas viarias.
De forma resumida, a rua de Rivoli na margem direita e as extençãoes do Bulevar Saint-Germain na margem izquierda contornam o centro historico. Norte e Sur são vinculados entre a «Gare de l'Est » e o Observatorio Port-Royal, pelos bulevares São Miguel, Sebastopol e Estrasburg. As ruas de Turbigo, Rennes e Monge assim como a avenida da opera completam logo o esboço com otras diagonales em dirreçcão aos pontos cardinais intermediarios. O planejamento do Haussmann sigue posterior a seu licençamento em 1871, graças a seguidores como E. Belgrand e A. Alphand. E o caso da terminação dos Grandes Bulevares, entre a Bastille e a igreja da Magdalena. Na margem direita os bulevares São Marcel e Port-Royal extendido logo com aqueles do Montparnasse e de Raspail contornam da mesma maneira que os grandes bulevares na margem direita o centro antiguo da urbe. Assim com explica o jornalista Michael Hadjenberg em relação ao desenho de Haussmann, é possivél atravesar a cidade luz, só recorrindo bulevares do Haussmann, porém cuando a gente sae nas ruas dos lados, jà é otro Paris. Eric Lapierre anota tambèm como estivera chato se toda a cidade se parecer a bairros como aquel da planicie de Monceau, enteramente modelado según os conceptos Haussmannianos. Olhai só a avenida dos Champs Elysées como tem também ese jeito entediante apesar da garotada.
O caracol administrativo
O caracol administrativo
Antes de 1860, a superficie de Paris corresponde a dos 12 distritos atuais. Estaba então de moda naquela época burlar as amores prohibidas como matrimonios consumados no décimo terceiro distrito. Cuando o alargamento de Paris projetou atribuir o n°13 as novas comunas de Auteuil e Passy que jà tinha a reputação de ser lugares muito chique, foi uma balbúrdia grande. Ficar com tão maldito numero era inconcevavél pela cidadania. Foi necesaria a intervenção do prefeito, Louis Possoz para convencer ao Haussmann, aceitar a distribução alternativa dos distritos a maneira de caracol. No centro da espiral está o Louvre. Gira logo no sentodo dum reloj. O secundo tem como centro, a antigua bolsa de valores. O bairro do Marais abraça os distrito 3 e 4to. O distrito 21 corresponde a cidade de Deauville na costa normanda por acolher a maior multitud de parisiense os fims de semana.
Parques e bosques
Parques e bosques
Badinguet o seja a alcunha do Napoleon III durante a fuga dele para Londres é anglófilo. Na Inglaterra trabalhou como paisagista. Gostaba muito passear nos parques legendários da capital inglesa. De novo presidente, encarregou ao Jean-Jacques Berger a responsabilidade de reproduzir em Boulogne o modelo do « Hyde Park » com o mesmo rio coleado. Por mal estimar o desnível, o projeto do Berger terminou sendo um charco. E assim como Haussmann chamou a pedir socorro ao senhor Adolphe Alphand para reanudar a obra. A excavação de dois lagos se impusou então como a única viável.
E necessário lembrar tambèm que entre os fundamentos do ingeniera do Haussmann estaba a princípio de ter pelo menos um « square » por cada distrito. O « Square » ao redor da Torre « Saint-Jacques » foi o primeiro de todos. O bosque de « Vincennes », os parques « Monceau » e « Montsouris », as « Buttes Chaumont » foram tambèm creados naquela época. Ja existia o jardim do Luxembourg más ese foi amputado pela travessia do Bulevar São Miguel.
A rede de esgoto
A rede de esgoto
Assim como reporta o Jean Valjean nos « Misérables », o romance do Victor Hugo (Libro II, Chap1): Paris tem a otra Paris em baixo; a Paris dos esgotos tambèm tem a suas ruas, o seus cruzamentos, a suas aleas , a suas arterias e o seu transito xaroposo que minora a forma humana ». Nos pasos do doutor Pasteur, Haussmann antecede os do Senhor Eugène Poubelle _ Foi otro prefeito da região entre 1883 e 1886 que deu o seu nome ao término francès para falar de lixeira _ na generalização das teorias higienistas. Tomaba banho diário. Com a ajuda do Eugène Belgrand, cada rua foi pouco a pouco reforçada com galerias subteraneas que somam hoje 2500 kilometros, o seja a distancia entre Paris e Istambul.
O « Novo Louvre »
O « Novo Louvre »
Antes do Napoleon III, parte da facada norte do Louvre entre o « Louvre des Antiquaires » e o « Hôtel do Louvre » não existia ainda assim como os « Guichets du Louvre », o seja a passagem das automoveis entre a praça do Carrousel e a avenida da Opera. Louis Visconti and Hector-Martin Lefuel foram as capatazes da obra, jà que o Haussmann tinha otros gatos para chicotear como dizem os franceses o seja otros peixes para fritar como dizem os ingleses, mesmo se não faz duda que esse “Nouveau Louvre” é parte das reformas do Haussmann.
Afundimento do Canal San Martin
Afundimento do Canal San Martin
Napoleon I decidiou a escavação do canal Saint Martin mas a obra culminou só no ano 1825 (Charles X). Napoleon III decidiou logo com o Haussmann afundir a parte entre a praça da Bastille e a da República para permitir o travessia fluente do novo Bulevar do Príncipe Eugène inaugurado o ano 1857, antes de volver a ser o Bulevar Voltaire a partir de 1870. Depois de ter desplazado as eclusas, procederam ao cobrimento, já que os portos não tinha mais acessos favoraveis. Sem isso, tivera sido necesario uma ponte movél. Assim como no caso dos esgotos, foi Eugène Belgrand quem seguiu a obra.
Reagrumento dos transportes
Reagrumento dos transportes
No ano 1855, as 17 transportadoras foram astringindas a unirse para poder rendir melhores serviços ao público dentro dum mesmo estabelecimento antecedor do STIF (Syndicat des Transports d'Ile-de-France).
O Museo Carnavalet
O Museo Carnavalet
Embora foi muita criticada a labor do Haussmann, a compra do Hôtel Carnavalet e a preservação do bairro do Marais cancela de certa formar tais santinhas.
O Gran préstamo
O Gran préstamo
« Haussmann como Hoffman », o seja a comparação da obra do prefeito parisiense com a ópera fantastica do Jacques Offenbach foi aquela usada pelo socialista Jules Ferry, para precipitar o fim desse Hercules francês. Foi remplazado 5 meses antes da retirada do Napoleon III, por Emile Ollivier. A estória do Michel Carmona restitua entretanto o fato que o genio do Haussmann foi ao contrario del do Jean-Jacques Berger, o predecesor dele na função, conseguir que fique convencida a clase alta pouco retrógrada de invertir naquela epopéia.